Esse é um poema escrito para mim por um grande amigo do coração, Felippe Maravalhas, que também é um músico erudito (violão, alaude, guitarra teorbada, etc) de primeira linha, inclusive professor de música da UnB. Chega de babar o ovo e segue o poema:
“Seu nome:
Referência ao mártir mor…
Seus cabelos:
Pôr do sol…
Do sol há mais em si
que apenas a cor dos pêlos
Pelas…
marcas da pena,
de nanquim tens o retrato
No tato,
à flor da salpicada pele,
impossível beijo d’astros…
Sua índole:
Inquieto, soldado, guarda…
Sua disposição:
Árdua, incessante…
incendiário de tiras
de papel em rolo
em torno, um chumaço,
um palhol de feno
veneno!
Seu desejo:
Ao todo amigos em torno
Sua vontade:
Tornar-se ele próprio o Sol”
Felippe, valeu!!!


A mais de 10 anos, eu fiz uma previsão de como seria a computação no futuro: existiria uma caixinha do tamanho de uma carteira de cigarro que seria composta por uma placa de rede, uma placa de vídeo e interfaces USB, apenas isso. Essa caixinha, antigo CPU, estaria conectada à rede elétrica, com acesso à Internet, e, ao ligar o computador, você teria que digitar seu login e senha para acessar seu sistema operacional na Internet, bem como os softwares (Word, Photoshop, etc) e assim não existiria mais pirataria.
Bom, já deu pra sacar que eu adoro novidades tecnológicas, mas principalmente aquelas que realmente têm relevância.