Como diria o Cap Nascimento: quem manda nessa porra aqui, sou eu!

Como diria o Cap Nascimento: quem manda nessa porra aqui, sou eu!

Cara,
eu fico muito puto com gente “sem coração” com os animais, mas pra balancear essas situações desumanas…
Segue um vídeo de um cachorro que foi atropelado em uma rodovia no Chile e ninguém parou para ajudar o pobre animalzinho, mas eis que surge um outro cachorro que decide retirar o “amigo” do meio da rua, sozinho, puxando com a boca o animal ferido.
O que vejo é que muitos humanos são animais enquanto muitos animais são humanos.
Eu realmente gostaria que os homens fossem mais humanos como os animais!
“O novo serviço já está apto a funcionar em 15 mil domicílios de 300 prédios das regiões de Pinheiros, Moema e Cerqueira César da capital paulista”, afirmou a diretora-geral da AES Eletropaulo Telecom, Teresa Vernaglia, empresa subsidiária da AES na área de telecomunicações. Hoje, a companhia apresentou para a imprensa a nova tecnologia.
Segundo a executiva, o desenvolvimento da nova tecnologia, denominada Broadband Powerline (BPL), teve início há dois anos a partir da identificação de uma demanda crescente das operadoras de telefonia por redes que suportassem o crescimento do tráfego de dados e fossem amplamente distribuídas do ponto de vista geográfico. “Verificamos que o projeto da BPL atende os critérios de robustez e capilaridade da rede”, afirmou Teresa. A AES Eletropaulo Telecom já dispõe de 2 mil quilômetros de rede de fibra óptica, prestando serviços de infra-estrutura de telecomunicação para operadoras como Telefônica, Vivo e Embratel.
O BPL funciona da seguinte maneira: adaptadores são instalados em transformadores de energia localizados nos postes da rede de distribuição de baixa tensão. Esses equipamentos recebem o sinal digital da operadora de telefonia e converte em sinal elétrico, que é transmitido dos postes para as instalações elétricas dos usuários (que podem ser clientes residenciais ou corporativos). Na tomada, conecta-se um modem BPL, que por sua vez se liga aos computadores através de um cabo ethernet, os mesmos utilizados nos serviços de banda larga tradicionais, como Speedy. “Para o usuário, a vantagem dessa tecnologia é a portabilidade, já que pode usar a internet em qualquer tomada”, destacou a executiva.
Saiba mais:
Fonte: IG Tecnologia
Sou fã das músicas do Pink Floyd a muito tempo, mas também sou fã das capas dos discos que são muito interessantes e cheias de detalhes a serem procurados.
Nesta foto abaixo, juntaram duas coisas muito boas: algumas capas dos discos do Pink Floyd com mulheres… simplesmente perfeito!

Da esquerda pra direita:
Atom Heart Mother, Relics, The Dark Side Of The Moon, Wish You Were Here, The Wall e Animals
Essa é uma daquelas máximas que sempre nos vêem à lembrança em várias situações: “Isso é só a ponta do iceberg!”
Sempre achei interessante essa expressão, mas agora tem muito mais valor com uma imagem que represente-a.

Pra rir um pouquinho e descontrair…

Para a felicidade de toda nação alvi-rubro, o Inter papou o título da Copa Sul-Americana num jogo pra lá de enrolado, mas garantiu a vitória de 1×0.

PARABÉNS PELO TÍTULO, COLORADOS!

Títulos conquistados pelo grande time, Internacional:
1912 – Taça Independência
1913 – Campeão Metropolitano de Porto Alegre (primeiro título)
1913 a 1964 – Campeão da cidade de Porto Alegre (24 vezes de 1913 a 1964, e extra em 1972)
1927 – Campeão Gaúcho
1934 – Campeão Gaúcho
1940 – Campeão Gaúcho
1941 – Bicampeão Gaúcho
1942 – Tricampeão Gaúcho
1943 – Tetracampeão Gaúcho
1944 – Pentacampeão
1945 – Hexacampeão Gaúcho
1947 – Campeão Gaúcho
1948 – Bicampeão Gaúcho
1950 – Campeão Gaúcho
1951 – Bicampeão Gaúcho
1952 – Tricampeão Gaúcho
1953 – Tetracampeão Gaúcho
1953 – Campeão do Torneio Quadrangular Régis Pacheco (Bahia)
1955 – Campeão Gaúcho
1956 – Campeão Panamericano representando a Seleção Brasileira
1961 – Campeão Gaúcho
1969 – Campeão Gaúcho
1970 – Bicampeão Gaúcho
1971 – Tricampeão Gaúcho
1972 – Tetracampeão Gaúcho
1973 – Pentacampeão Gaúcho
1974 – Hexacampeão Gaúcho
1975 – Heptacampeão Gaúcho
1975 – Campeão Brasileiro
1976 – Octacampeão Gaúcho
1976 – Bicampeão Brasileiro
1978 – Campeão Gaúcho
1978 – Campeão do Torneio Viña del Mar
1979 – Tricampeão Brasileiro de forma invicta
1980 – Vice-campeão da Libertadores da América
1981 – Campeão Gaúcho
1982 – Bicampeão Gaúcho
1982 – Campeão da Copa Juan Gamper, em Barcelona/Espanha
1983 – Tricampeão Gaúcho
1983 – Campeão do Torneio Costa do Sol, em Málaga-Espanha
1983 – Campeão do Torneio Costa do Pacífico, no Canadá
1984 – Tetracampeão Gaúcho
1984 – Vice-Campeão Olímpico representando a Seleção Brasileira
1984 – Campeão da Copa Kirin, em Tóquio-Japão
1984 – Campeão do Torneio Heleno Nunes
1987 – Campeão do 1º Torneio Internacional de Glasgow-Escócia
1987 – Campeão da Taça Governador do Estado (Quadrangular de C. Grande)
1987 – Torneio da Cidade de Vigo
1989 – Campeão do Torneio de Celta-Espanha
1991 – Campeão Gaúcho
1991 – Campeão da Copa do Estado
1992 – Copa Wako Denki (Japão)
1992 – Bicampeão Gaúcho
1992 – Campeão da Copa do Brasil
1994 – Campeão do Torneio Beira-Rio
1994 – Campeão Gaúcho
1996 – Campeão do Torneio Mercosul
1997 – Campeão Gaúcho
2001 – Bicampeão do Torneio Viña Del Mar-Chile
2002 – Super Campeão Gaúcho
2003 – Bicampeão Gaúcho
2004 – Tricampeão Gaúcho
2005 – Tetracampeão Gaúcho
2006 – Campeão da Libertadores da América
2006 – Campeão da Copa do Mundo de Clubes Fifa
2007 – Recopa Sul-Americana
2008 – Dubai Cup
2008 – Campeão Gaúcho
2008 – Campeão da Copa Sul-Americana
É… agora é ganhar a final e correr pro abraço!
Tenho quase certeza que o Inter leva fácil essa, mas não quero morder a língua…
Do site oficial do Internacional de Porto Alegre:
O Inter está totalmente mobilizado para a decisão da Copa Sul-Americana. Apesar da vantagem obtida no primeiro confronto, todos no Gigante sabem que ainda faltam 90 minutos para apurar o campeão. “A vantagem é mínima. Todos os jogadores sabem que terão que jogar muito na partida de volta. Não pode haver erros. Estamos trabalhando forte e com seriedade. A concentração é total”, garante Tite.

A palavra de ordem é virtualizar. É preciso entender que a virtualização de desktops segue os mesmos princípios básicos das virtualização de servidores – que permitem executar múltiplos sistemas operacionais em uma única máquina (PC). Mas há diferenças bastante significativas, já que cada usuário conta com seu próprio sistema operacional, como se fizesse uso de uma estação de trabalho convencional.
Para simplificar, vamos destacar os 10 principais ganhos proporcionados pela virtualização de desktops:
1. cada usuário tem seu próprio ambiente de trabalho;
2. cada ambiente pode ser customizado com diferentes aplicações, sem causar impacto nos demais usuários;
3. o usuário tem maior controle sobre sua estação de trabalho, podendo instalar ou deletar aplicações quando e se necessário;
4. até mesmo aplicações não muito `amigáveis`, ou seja, que não podem ser compartilhadas por diversos usuários, têm condições de serem instaladas;
5. potencial para acessar desktops remotamente e com segurança;
6. acesso seguro e rápido a periféricos como impressoras ou escâneres;
7. oferece um `storage` tão rápido quanto os servidores virtuais;
8. maior eficiência: economia no espaço de armazenamento, economia nos custos gerais de data center, no resfriamento e no espaço;
9. possibilidade de apresentar produtos, serviços e projetos ao mercado com maior agilidade;
10. possibilidade de fazer backup regularmente, assim como restaurar dados em instantes.
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