Arquivo para junho \30\UTC 2009

30
jun
09

pessoal:sem palavras

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30
jun
09

tecnologia:welcome back, Steve Jobs

Steve Jobs, CEO da Apple, está de volta à sua rotina de trabalho após cinco meses e meio de licença médica.

O executivo passou por uma cirurgia de transplante de fígado nos últimos meses.

Jobs, de 54 anos de idade, está trabalhando na sede da companhia em Cupertino “alguns dias da semana”, afirmou o porta-voz da Apple, Steve Dowling, nesta segunda-feira (29/06).

No ano passado, a repentina perda de peso de Jobs levantou suspeitas de que sua saúde não estava boa. Em janeiro deste ano, ele declarou em um comunicado que sofria de um desequilíbrio hormonal, mas duas semanas depois ele revelou que seu estado de saúde era um pouco mais complicado e teria que se afastar da companhia até meados de junho.

Poucos CEOs são considerados tão essenciais a suas companhias quanto Jobs é para a Apple desde que retornou em 1997.

Os rumores e as notícias a respeito da saúde do CEO afetaram fortemente as ações da companhia. Nesta segunda-feira (29/06), os papéis da Apple operavam em alta de 43 centavos de dólar, valendo 142,87 cada.

Fonte: Associated Press

30
jun
09

tecnologia:Google e Fiat anunciam coletiva para o lançamento do Street View no Brasil

Agora é oficial: o Google Brasil, em parceria inédita com a montadora Fiat, deve anunciar na próxima quinta-feira o lançamento do projeto de localização do ‘Google Street View’ para o Brasil.

A coletiva, marcada para acontecer às 10h no Googleplex São Paulo, contará com a presença do Diretor Geral do Google Brasil, Alex Dias, e o presidente da Fiat para a América Latina, Cledorvino Belini.

“Os executivos explicarão o projeto que une as duas empresas de alta tecnologia na busca de qualidade da informação”, informa o convite feito aos jornalistas e blogueiros brasileiros.

Fonte: Google Discovery

29
jun
09

tecnologia:cloud publishing

No último dia de maio, o New York Times noticiava que durante a BEA 2009 (BookExpo America) o Google antecipou aos editores americanos sua entrada no mercado de venda de livros digitais ainda este ano. Com o lançamento do Google Editions (este é o nome previsto da iniciativa), é bem provável que tenhamos que repensar tanto o conceito de ebooks quanto o de venda e aquisição de livros.

Um dia depois, em comunicado à imprensa, Gabriel Stricker, porta-voz do Google, declarava: “Queremos construir e apoiar um ecossistema de livros digitais que permita que os nossos parceiros editores disponibilizem seus livros para compra a partir de qualquer dispositivo ligado à Web”.

O Google será uma livraria on-line e competirá com a Amazon (primeiro passo para a Googlezon?). Tomando emprestada a expressão do Jeff Jarvis, jornalista e blogueiro do BuzzMachine, “What Would Google Do?” (título do seu último livro), tento imaginar este cenário um pouco mais à frente: O que o Google faria se fosse uma editora?

Pelo menos por enquanto, não acredito que o Google se transforme em uma editora (o que não lhe seria complicado), será apenas uma poderosa e contextualizada livraria on-line, fortalecida por seu próprio mecanismo de busca (como sua Pesquisa de Livros já antecipa).

Entretanto, é bem possível que no futuro (talvez, não muito distante), o Google decida oferecer também as ferramentas de edição e auto-publicação para os autores, ainda mais se levarmos em consideração o crescimento do movimento de autores independentes, os indie authors, nos EUA.

O Google Editions chegará acompanhado de uma nova buzzword, Cloud Publishing (Publicação em Nuvens), termo e conceito derivados, claro, de Cloud Computing (Computação em nuvem) que se refere, essencialmente, à idéia de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma, as mais variadas aplicações através da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em nossos próprios computadores.

Assim, na Cloud Publishing o conteúdo comprado não é possuído fisicamente, ou seja, mesmo que o download seja feito (salvo em cache pelo Google Gears, por exemplo), e acessado off-line, o leitor jamais terá propriedade sobre esse conteúdo, que poderá, a qualquer momento, ser atualizado on-line.

E isso, acreditem, será positivo para autores e leitores. Por quê? Explico: o leitor, ao comprar o acesso instantâneo a 100% do conteúdo de um único título (que permanecerá on-line), poderá consultá-lo de um browser (o cliente universal) instalado em qualquer computador, celular, TV ou quaisquer outros dispositivos de acesso. Todas as possíveis atualizações estarão automaticamente disponíveis, o que também tornará irrelevantes as discussões a respeito da “babel” de formatos de ebooks (ePub, PDF, Mobi, LRF, PDB etc).

O modelo de venda (e aquisição) de livros do Google se assemelhará ao pay-per-view. Através do poderoso mecanismo de busca do Google, os leitores encontrarão a informação que desejam, escolherão sua opção de acesso (temporária ou definitiva), efetuarão o pagamento, e acessarão o conteúdo on-line.

O livro “nas nuvens”, que há poucos anos parecia um sonho distante, está logo ali, na esquina, prestes a viabilizar o conceito do livro em rede, como web service, distribuído, processável e customizável. Ganha o leitor. Ganha o autor. Também ganham os editores que se anteciparem e começarem a explorar as possibilidades (que não serão exclusivas do Google, já que são baseadas em padrões abertos).

E, consequentemente, nunca é demais lembrar, novas portas se abrem para que a criatividade dos autores explorem (e inventem) novas e interessantes formas de se contar uma história.

Fonte: iMasters

29
jun
09

tecnologia:entendendo a computação em nuvem

Computação em nuvem é o termo da moda em tecnologia e muitos fornecedores estão rebatizando seus produtos para aproveitar a hype. Mas em que de fato ela consiste?

Para ajudar a diminuir a confusão, o Gartner identificou cinco atributos de computação na nuvem. Segundo a consultoria, não é recomendável focar apenas em um atributo. É preciso pensar no serviço como um todo.

A lista detalhada está em um documento chamado “The What, Why, and When of Cloud Computing”, da Gartner, que contém 29 pesquisas assinadas por mais de 20 analistas. Confira um breve resumo:

Baseado em serviço

O consumidor se preocupa com a mesma coisa que o fornecedor: o que o serviço oferece. O que ele precisa fazer é sempre mais importante do que como a tecnologia é usada para implementar a solução.

Escalável e elástico

O provedor consegue entender se a procura pelo serviço está alta e redimensiona a sua capacidade automaticamente. Os recursos de infraestrutura e software podem ser ampliados ou reduzidos conforme necessário.

Compartilhamento

Os serviços compartilham alguns recursos para construir economias de escala. Recursos de TI são usados com a máxima eficiência. A infraestrututra, software ou plataforma são compartilhadas entre os consumidores. Isso permite que recursos não utilizados possam atender diversas necessidades para vários consumidores ao mesmo tempo.

Pagamento por uso

O pagamento é baseado no consumo, não no custo do equipamento. Ele baseia-se na quantidade do serviço utilizado pelos consumidores, que pode ser em termos de hora ou na transferência de dados, por exemplo.

Usa tecnologias da internet

O serviço é feito usando identificadores, formatos e protocolos da internet como URLs, HTTP e IP. Existem muito exemplos de serviços baseados na internet, como o Gmail, do Google, algumas lojas online, sites se leilão e outros para hospedagem de fotos.

Fonte: INFO Online

29
jun
09

tecnologia:pesquisadores criam processador quântico

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Yale criou o primeiro processador quântico em estado sólido, avançando no projeto de construção de um computador quântico.

Os cientistas também usaram o chip ainda rudimentar para rodar algoritmos básicos, demonstrando pela primeira vez o processamento quântico de informações. A descoberta foi relatada na edição da revista Nature de 28 de junho.

Segundo Robert Schoelkopf, professor de física aplicada de Yale, o chip executa tarefas simples, já demonstradas com núcleos, átomos e fótons. A diferença é que o time conseguiu executar esses processos em um único dispositivo eletrônico, mais parecido com o processador que usamos hoje.

O grupo conseguiu fabricar dois qubits – ou bits quânticos –, que funcionam como dois átomos artificiais, ocupando dois estados de energia diferentes.

Esses estados de energia equivalem aos valores 1 e 0 dos bits tradicionais, mas por causa dos efeitos quânticos, um qubit pode valer 1 e 0 ao mesmo tempo – o que amplia dramaticamente a capacidade de processamento e armazenamento de informação.

Nos testes feitos anteriormente, os pesquisadores conseguiam criar qubits, mas eles duravam muito pouco tempo – cerca de um nanossegundo.

O grupo de Yale conseguiu aumentar a duração do estado quântico para um microssegundo, o que já é suficiente para a execução de alguns algoritmos simples.

O próximo desafio do grupo é aumentar ainda mais a estabilidade do chip e também aumentar o número de qubits na placa, para poder assim avançar para operações mais sofisticadas.

Fonte: INFO Online

29
jun
09

tecnologia: fisl 10 – porto alegre-rs – junho 2009

A 10ª edição do Fórum Internacional Software Livre – fisl10 se consolida cada vez mais como um dos maiores eventos de software livre do mundo. A edição deste ano teve 8.232 participantes, recorde de público, nos dez anos de realização do evento. Os números foram apresentados na cerimônia de encerramento, às 20 horas deste sábado, 27, no Centro de Eventos da PUCRS.

Uma das últimas palestras do 10° Fórum Internacional Software Livre – fisl10, o “Painel Fronteira Eletrônica” colocou em debate as principais questões discutidas durante os quatro dias do Fórum.

A palestra “Empreender com Software Livre: onde está o dinheiro nesse negócio?” apresentada no 10° Fórum Internacional Software Livre, pelo diretor técnico do Centro de Competência em Software Livre do Instituto de Matemática e Estatística da USP, Nelson Lago, discutiu como as especificidades do SL podem ser inseridas nos modelos de negócio aplicados à indústria de software.

Fonte: FISL 10




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